Global Veins

O Global Veins é um movimento que promove espaços de educação livre e prática de cidadania planetária.
A educação se faz na cidadania, no exercício da liberdade responsável, quando percebemos juntos o que somos, onde estamos e para onde vamos. É na relação comigo mesmo, com o outro e com o todo que criamos o mundo dos sonhos de todos os seres.
Vivemos um importante momento de transição como humanidade, de uma realidade de escassez, desigualdade e destruição para a criação conjunta de uma realidade humana conectada à inteligência sistêmica do nosso planeta, tornando-se vital mudar crenças e escolher novos comportamentos.
Nos espaços de prática de Cidadania Planetária, juntos expandimos a nossa visão de mundo, nos conectamos à nossa humanidade e assumimos uma atitude coletiva empreendedora criativa.

"Ser um cidadão planetário é exercer a liberdade de pensar, sentir e agir como ser humano conectado à vida neste planeta!"

(Global Veins)

Nossa História

Em 2013, o chamado do Global Veins surgiu como ‘Expedição às Raízes’ para uma pesquisa vivencial no conceito e prática de cidadania planetária em culturas tradicionais no Mali, Guiné-Bissau, Quênia e Zimbábue. Em cinco meses, quatro países e seis tribos. No acolhimento da terra, do silêncio à explosão, o Global Veins ganhou sentido, forma e história.
Em 2015, iniciamos os espaços de prática na Baixada Santista (SP, Brasil). Palestras, Rodas de Conversa e três pilotos do Percurso de Prática de Cidadania Planetária com jovens das Escolas EMEF Matteo Bei (São Vicente) e Colégio Santa Inês (Santos) e com educadores da E.E. Prof. Waldomiro Mariani (Cubatão).

Hoje, o Global Veins se expande com simplicidade, gratidão a todos que já fazem parte dessa história e vontade de criar junto!

"na época em que a vida na terra era plena...
ninguém dava nenhuma atenção aos homens dignos...
nem selecionava os homens capazes...
os soberanos?
eram apenas os galhos mais altos das árvores...
e o povo era como cervos na floresta...
eram honestos e corretos..
sem imaginar que estavam cumprindo com o seu dever...
amavam-se mutuamente...
e não sabiam que isto se chamava amor ao próximo...
não enganavam a ninguém...
e... no entanto... não sabiam ser homens de confiança...
podia-se contar com eles...
e ignoravam que isto fosse a boa fé...
viviam juntos livremente... dando e recebendo...
e não sabiam que eram homens de bom coração...
por este motivo... seus feitos não foram narrados...
não se constituíram em história...”
Chuang Tzu

 

Acreditamos que no silêncio entre o caos e a ordem, dentro e fora de nós, encontram-se todos os sonhos, todas as perguntas e todas as respostas.
Vamos juntos, de forma livre e responsável, nessa jornada?